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Os moradores do bairro Santa Cruz 2, próximo ao loteamento Pôr do Sol, tem vivido noites de tensão e terror nos últimos dias. Isso porque, vândalos têm jogado pedras e provocado estrago nos telhados das casas, em sua maioria feito de frágeis telhas de fibrocimento, atemorizando pessoas, inclusive crianças, que mal conseguem dormir com medo de uma pedra poder machucá-las.

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Informações dão conta que o problema tem ocorrido há cerca de duas semanas. Há relatos até de o filho de um dos moradores ficou traumatizado e está dormindo debaixo da cama, com medo de alguma pedra cair na sua cabeça.

Diante da situação, cerca de 40 moradores se reuniram no domingo (6) e na terça-feira (8) para fazer uma busca no lote vazio próximo às casas atingidas, para tentar localizar o vândalo. As pessoas alegaram que estavam fazendo isso, pois não tiveram respaldo das polícias para inibir o malfeitor.

“A comunidade do Santa Cruz está pedindo ajuda ao prefeito, aos vereadores, à Polícia Civil, à Polícia Militar, porque somos trabalhadores, pagamos nossos impostos e enquanto isso vem um vagabundo para acabar com a nossa casa. Aqui a maioria das casas é de telha Brasilit. Aonde está ajuda?”, questiona Magda Luzia.

A moradora Mikaela Jasmim está indignada de ter que andar pelas grotas com os vizinhos para tentar achar o vândalo e critica a falta de ajuda policial. “A gente aciona a polícia e ela diz que não pode relatar nada porque se não tiver o cara certo, não pode fazer nada. Se a polícia não faz o trabalho deles, o que a gente pode fazer? Estamos machucados de andar nas grotas, somos trabalhadores que levantamos às 2h da manhã para trabalhar e ter que fazer o serviço de quem é pago para isso é muito ruim”, lamenta.

O morador Anderson afirmou que havia conversado por telefone com o prefeito Edinho para tentar solucionar o caso. Após alguma espera, o chefe do Executivo pinheirense compareceu ao local e afirmou que providências seriam tomadas o mais rápido possível. A preocupação da população é de que as pedras causem danos nas casas e possam até matar alguma pessoa.

“Se essa pedra acerta a cabeça de uma criança mata, é pedra grande. Sem falar nos danos materiais, pois a pedra bate no telhado e vaza embaixo, ou seja, acabou o telhado. Se chove hoje, molha os móveis da casa da pessoa. Não pode ficar assim”, disse Anderson.

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Lastimável que exista pessoas como esses vândalos e lamentável que as autoridades se mostram frágeis ao problema.